No início desta semana, estarei compartilhando um texto escrito por meu saudoso primo Rodolfo. Vale a pena dispender de tempo para ler o texto na íntegra. Abraço a todos e abençoada semana com Jesus.
---------------------------------------------------------------------------------------
Imagine
a seguinte situação. Você recebe dois convites para uma mesma noite. Um para ir
a uma festa e outro para ir a um funeral. Qual dos convites você atenderia? Sua
provável primeira resposta é: “Pra festa,
é claro”.
Num segundo momento você deve ter pensado: “Opa, depende de quem tiver falecido.” Se estas são as suas reações
a estes convites, você é normal. Normal e, sem querer ofender, tolo. Por favor,
tolo, continue lendo este texto.
Certa
vez li os seguintes trechos de um livro de sabedoria. “É melhor ir a uma
casa onde há luto do que a uma casa em festa. O coração do sábio está na casa
onde há luto, mas o dos tolos, na casa da alegria.” Estas são palavras do sábio Salomão, no livro bíblico de Eclesiastes.
Confesso ter lido e ficado sem entender. Verdadeiro tolo (sem querer me
ofender). Fui compreender melhor a ideia de Salomão no primeiro velório a que
fui após a leitura. Quando nos deparamos com a finitude da vida paramos para
refletir sobre as nossas prioridades, sobre os nossos valores, sobre aquilo que
realmente importa.
Costumamos viver como se fôssemos eternos aqui na Terra. Não raras vezes deixamos de perdoar alguém pois a vida nos dará oportunidade. “Vou dar um gelo neste sujeito pra ele aprender”, é o que pensamos. E os dias vão passando até que o sujeito aparece gelado dentro de um caixão, junto com todas as oportunidades que passaram para dar-lhe o perdão. Pais e filhos, cônjuges, irmãos, bons amigos, muitos destes ficam tempos sem se falar por bobagens, por questões muito menores que o amor que os une.
Se você soubesse que hoje seria o último dia de sua vida, como seria sua agenda? (Possivelmente você não teria parado pra ler este texto). Quem você correria para abraçar? A quem você telefonaria? Com quem você faria as pazes? A quem você procuraria pra dizer “eu te amo”? Se sua agenda neste suposto último dia está cheia de coisas pra serem consertadas, provavelmente você está vivendo a vida como se houvesse amanhã, amanhãs.
Cultive amizades. Perdoe logo. Demonstre amor. Hoje e todos os dias. Como se não houvesse amanhã. Por que se você parar pra pensar, na verdade não há.
Rodolfo SeifertCostumamos viver como se fôssemos eternos aqui na Terra. Não raras vezes deixamos de perdoar alguém pois a vida nos dará oportunidade. “Vou dar um gelo neste sujeito pra ele aprender”, é o que pensamos. E os dias vão passando até que o sujeito aparece gelado dentro de um caixão, junto com todas as oportunidades que passaram para dar-lhe o perdão. Pais e filhos, cônjuges, irmãos, bons amigos, muitos destes ficam tempos sem se falar por bobagens, por questões muito menores que o amor que os une.
Se você soubesse que hoje seria o último dia de sua vida, como seria sua agenda? (Possivelmente você não teria parado pra ler este texto). Quem você correria para abraçar? A quem você telefonaria? Com quem você faria as pazes? A quem você procuraria pra dizer “eu te amo”? Se sua agenda neste suposto último dia está cheia de coisas pra serem consertadas, provavelmente você está vivendo a vida como se houvesse amanhã, amanhãs.
Cultive amizades. Perdoe logo. Demonstre amor. Hoje e todos os dias. Como se não houvesse amanhã. Por que se você parar pra pensar, na verdade não há.
Esta postagem foi extraída na íntegra do endereço http://blogdoseifert.blogspot.com.br/#!/2013/04/como-se-nao-houvesse-amanha.html
---------------------------------------------------------------------------------------
Editoração: Daniel Schulz





